domingo, 16 de junho de 2013



Você vai roubar a casa.

O melhor dia para o roubo é na quinta-feira porque a mãe não está em casa.
A casa fica afastada, a casa mais próxima está a meio quilômetro e
nenhuma casa pode ser vista em qualquer direção.
A garagem está sempre vazia, dá para estacionar um caminhão baú e
fazer a “limpa” começando pelas bicicletas.
Prender os garotos no lavabo.
O que roubar?
- na sala de jantar as porcelanas, prata e cristais;
- no closet da mãe cheio de roupas  e um cofre com jóias;
- no escritório do pai a coleção de selos e moedas raras;
- no quarto das irmãs a televisão com Atari;
- por último os mármores pois já temos encomenda.


Pausa – Moacyr Scliar

1.      Comentar sobre o autor;
2.      Aguçar a curiosidade dos alunos a partir do título;
3.      Organizar os grupos para o trabalho;
4.      Dividir o texto em duas partes: uma folha até o 17º parágrafo que
eles lerão e a partir daí, o 18º parágrafo, eles produzirão o
desfecho.
5.      O texto do desfecho será recolhido, depois cada grupo apresentará
sua produção.
6.      Após a apresentação eles receberão a folha com o desfecho e
poderemos analisar a quebra de expectativa.
7.      Depois de fazermos essa leitura, trabalharemos o gênero
(narrativo/descritivo ) e os elementos: personagens, enredo, tempo,
espaço, clímax, ...

RECURSOS

Sala de multimídia
Cópias do texto
Sala de informática para utilizar o Bluelab
Podem digitar o texto, gravar em pen drive e imprimir para entregar ou
enviar para os colegas por e-mail.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A tecnologia e a aprenizagem por comunidades indígenas tailandesas

A tecnologia e a aprendizagem por comunidades indígenas tailandesas
O texto tomado por nosso grupo para análise foi o de David Cavallo[1]. Nele a experiência de um conjunto de projetos é tomada para referenciar a importância da inserção da tecnologia e de sua consequente adaptação aos interesses e necessidades de seus usuários, comunidades e grupos específicos.
Mais especificamente Cavallo trata do Projeto Lighthouse[2] a partir do qual acordos e objetivos traçados entre lideranças tailandesas e especialistas do MIT dão a tona de um processo renovado e revolucionário de educação no país. Entre eles:
·  tornar o sistema educacional centrado no aprendiz;
·  desenvolver habilidades de pensamento crítico;
·  promover a inovação e a criatividade;
·  desenvolver habilidades e o espírito colaborativo;
·  aprender a aprender;
·  promover familiaridade, habilidade e naturalidade no trabalho com a tecnologia
·  desenvolver uma aprendizagem “alegre”, isto é, resgatar o prazer pela aprendizagem.

           
            Ao tratar do projeto na aldeia de Nong Bat, província de Buri ram, norte da Tailândia, ele evidencia as condições de pobreza, associadas a problemas de estiagem, como também de uma educação verticalizada, partido de “cima pra baixo”. Evidenciando a evasão escolar e o interesse destes mesmos alunos, tidos como problemas nas escolas, enquanto os mais interessados em novas propostas em que passam a ter de fato um real protagonismo.
           
Província de Buri ram (Tailândia) e comunidade de Nong Boat

 


A partir do projeto foi identificada a necessidade de construção de uma represa na área, cujo computador potencializou os processos de construção, com o mapeamento de pontos e lugares ideais para sua materialização. Além disso, a participação de indivíduos mais jovens manuseando os equipamentos e os mais antigos orientando as discussões e estratégias de forma coletiva.
Estas estratégias foram sendo pensadas a partir de referências importantes, como a “cultura de motores” (citada pelo autor), definindo as habilidades tácitas das comunidades na adaptação de motores para diferentes fins práticos do cotidiano.É possível concluir com o artigo a crítica de um modelo homogeneizado, padrão e a priorístico de educação, em que o potencial de aprendizagem das pessoas fica subestimado, em virtude de pressupostos que limitam o design de intervenções.
 

[1] O DESIGN EMERGENTE EM AMBIENTES DE APRENDIZAGEM: DESCOBRINDO E CONSTRUINDO A PARTIR DO CONHECIMENTO INDÍGENA.
[2] Uma intervenção ousada com o objetivo de desencadear mudanças radicais no processo educacional da Tailândia.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Unidade 8

essa unidade um máximo. Para acompanhar as instruções eu usei o programa Excel, pois não tenho o Calc.
Fiquei imaginando um futuro (distante ou não) onde nós ficamos livres das benditas cadernetas e começaríamos a trabalhar com notas e publicações de conteudos on line através das planilhas.Seria uma facilidade e tanto. Assim os pais poderiam ter acesso aos dados do filho on line mesmo e ter um acompanhamento maior.
Acredito que essa unidade seja mais proveitoso para aulas que trabalhe com numeros, como mátematica ou fisica. Sei que é possivel utilizar o recurso da lógica do programa para criar obras criando uma fórmula que pinte as células, como se elas fossem grandes pixels, seria complexo, porém interessante.

Unidade 7

Nesta unidade aprendemos que precisamos ter cuidado com a linguagem visual ,preparar e analizar como trabalhar as imagens de acordo do contéudo
planejar e fazer o uso da ferramenta em sala de aula é fantástico.
Ainda tenho dificuldades mas me sinto melhor em relação as TICs,preciso mais informações vou continuar me aperfeiçoando ,pois precisamos caminhar
com a tecnologia.

Unidade 6

Unidade 6: Cooperação pressupõe diálogo!
Aprendemos com essa unidade utilizar ferramentas disponibilizadas no ambiente do curso.

O fórum de discussões e o e-mail são os mais utilizados no curso pois, através deles colaboramos com nossas ideias e nos comunicamos para realização do Projeto realizado para postagem final.

A tecnologia está auxiliando muito o professor no seu trabalho mas, ainda existem aqueles que relutam com a ideia e continuam utilizando apenas giz e lousa.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

unidade 5 - Cooperação

E aí gente, o computador vai substituir o professor???

De acordo com  o texto da Andrea C. Ramal, percebi que as TICs são ferramentas riquissimas de trabalho que possibilitam o uso ao nosso favor. Devemos esquecer um pouco a estrutura da sala de aula e explorar os conhecimentos do nosso aluno e receber esse conhecimento novo. Se colocando na posição de humildade e de reconhecer que o método escolar precisa ser reconstruido, ou seja, precisamos reiventar a nossa profissão. Choquei!!! Reinventar é a palavra de hoje!!! Eu quero reinventar e você professor?

Unidade 3 - Meu diário, minha vida!!!

Blog para que? Por que? Como? Onde?.....

Essa ferramenta é maravilhosa, ainda estou em fase de adaptação, mas é interessante as coisas que podemos fazer com essas tecnologias. Estou muito contente, embora ainda eu fique muito perdida com os links e os comandos necessários para mexer com o blog.
Aprender sempre é a palavra, temos que buscar novos desafios sempre, para crescermos profissionalmente e incentivar nossos alunos a fazerrem a mesma coisa.